A Corregedoria da Polícia Civil divulgou nota na manhã desta segunda-feira (03) garantindo que vai apurar a conduta da policial civil identificada apenas como “Daiane” e se recusou a aceitar uma abordagem da Polícia Militar ao seu tio G.F.S., 41 anos, por ele estar supostamente embriagado enquanto conduzia um Fiat Strada na noite de sexta-feira (30).
O caso aconteceu nas proximidades do município de Reserva do Cabaçal (distante 384 km de Cuiabá). Tanto os PMs envolvidos quanto a policial gravaram vídeos para sustentar suas versões. Daiane aparece orientando seu tio a falar para os soldados que levaria “exame de sangue amanhã” para comprovar que não estava dirigindo bêbado. Ouve do policial: “Eu preciso disso pra agora, não pra amanhã. Por favor, Daiane”.
G.F.S. se defende dizendo apenas que tem problemas de visão e por isso estaria com os olhos vermelhos, apontados por um dos policiais militares como indicativo “característico” de embriaguez.
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“A Corregedoria Geral da Polícia Judiciária Civil, após tomar conhecimento pela imprensa, iniciou investigação para apurar a conduta de uma policial da instituição envolvida em desentendimento com uma equipe da Polícia Militar de Reserva do Cabaçal, na noite de sexta-feira (30).
O caso ocorreu durante abordagem efetuada pela Polícia Militar a um homem de 41 anos, suspeito de embriaguez ao volante.
O condutor do veículo Fiat Strada foi conduzido à Delegacia de Araputanga, onde foi autuado em flagrante por “conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada - álcool ou de outra substância psicoativa”. Após recolhimento de fiança, ele foi colocado em liberdade. Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso”.
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A decisão foi baseada em uma inspeção na Cadeia Pública Feminina de Cáceres, onde foi constatado que as detentas trabalhavam em uma oficina de costura sem receber remuneração.
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