Foram condenados nesta quarta-feira (19), em Penápolis (SP), os dois acusados de terem participado do assassinato da advogada Giovana Mathias Manzano, em 2011. Segundo investigações da polícia, Carlos Henrique da Silva Gobes, de 20 anos, e Wellington de Oliveira Macedo, de 23, receberam R$ 2 mil da própria vítima para cometer o crime.
Wellington confessou ter atirado na advogada e foi condenado a 20 anos de reclusão por homicídio. Carlos foi absolvido do crime de homicídio e condenado a quatro anos de reclusão por incêndio criminoso. Segundo a denuncia, foi ele quem colocou fogo no carro da vítima e no canavial. Ele poderá recorrer em liberdade.
Como aconteceu
A advogada, de 38 anos, foi morta em junho de 2011 com três tiros na nuca. O corpo estava ao lado do carro dela, que foi incendiado, em um canavial perto da estrada rural que liga Penápolis a Brejo Alegre(sp). A suspeita de que Giovana encomendou a própria morte partiu de uma carta deixada no local do homicídio, em que ela se despedia dos familiares.
De acordo com a Polícia Civil, a advogada sofria de depressão, doença que tera se agravado com a separação do marido, em fevereiro daquele ano. O marido, Adriano Cavalheri, é dlegado em Cáceres. Hoje, ele procurou o Hospital Regional de Cáceres para ser atendido e a demora no atendimento o deixou for de controle. Ele sacou a arma e ameaçou fazer reféns dentro do hospital, caso não fosse atendido imediatamente. Até agora, nem a Delegacia Regional de Cáceres nem o Hospital Regional se pronunciaram sobre o fato, ao qual o Diário de Cáceres teve acesso através da versão de testemunhas oculares.
fonte: G1 Rio Preto e Araçatuba com nota do Diário de Cáceres