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SEGURANÇA

Botão do Pânico: sistema será instalado nas escolas de Cáceres e em outras cidades de Mato Grosso

Também serão instaladas 1.100 câmeras de monitoramento nas escolas de Cuiabá e Várzea Grande.


Por Redação com RD News

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Imagem ilustrativa. (Foto: Banco de imagens freepik)

Um protocolo emergencial foi definido pelas secretarias de Estado de Educação (Seduc) e de Segurança Púlica (Sesp) nesta quarta-feira (12) após ameaças de ataques em escolas em Mato Grosso. Segundo o protocolo, serão instaladas 1.100 câmeras de monitoramento nas escolas de Cuiabá e Várzea Grande, além de botões do pânico nessas unidades e em outras de Rondonópolis e Cáceres. O número de psicólogos nas unidades também irá aumentar.

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As medidas determinadas pelo protocolo emergencial serão aplicadas imediatamente, segundo o secretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto.

São elas:

Criação de uma Central de Atendimento pelos números 190 e 197 para perigo iminente nas escolas;

Fortalecimento das rondas ostensivas escolares pela Polícia Militar;

Limitação da abertura dos portões das escolas, ou seja, poderá permanecer somente profissionais da educação e estudantes no local. Caso os pais queiram ir até a escola, será preciso fazer agendamento com diretor da unidade;

Instalação de 1100 câmeras nas escolas de Cuiabá e Várzea Grande. A instalação será imediata, pois a Sesp já tem essas câmeras a pronta-entrega e a Seduc disponibilizará os recursos para as unidades;

• Instalação de botão do pânico nas escolas de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Cáceres, para ser acionado sempre que houver alguma ocorrência. As forças de segurança vão comparecer de imediato;

Intensificação da parceria com o Ministério Público Estadual e com o Tribunal de Justiça na resolução de conflitos, mediação escolar e práticas restaurativas;

Intensificação da Campanha Paz nas Escolas, com ampliação imediata no número de psicólogos para dar suporte nessas unidades.

 

Nessa semana, muitos pais deixaram de levar os filhos para a escola. Todo esse pânico foi gerado após o massacre em uma creche na semana passada em Blumenau (SC), que deixou quatro crianças mortas, e depois de ataques em Manaus (AM) e em Santa Tereza de Goiás (GO). Antes, já havia acontecido um em São Paulo (SP). Com o caso, outras ameaças vieram à tona e levaram as autoridades a reforçar a segurança nas unidades escolares.

 

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