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‘’SEM SURPRESA’’

Câmara de Araputanga rejeita pedido de Comissão Processante contra prefeito e vereador

Em áudio divulgado dias antes da votação, a vereadora Abadia de Moura já previa o resultado favorável ao prefeito.


Por Redação Popular Online

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Câmara de Vereadores de Araputanga. (Foto: Arquivo Popular Online)

A Câmara Municipal de Araputanga (a 345 km de Cuiabá) rejeitou em Sessão Ordinária realizada na noite de ontem, segunda-feira (14), requerimento que pedia a abertura de Comissão Processante contra o prefeito Joel Marins de Carvalho (DEM) e o vereador Luiz Goncalves Seixas Filho (Republicanos).



O requerimento que pedia a cassação do mandato do prefeito e do vereador foi apresentado pelo o Diretório Municipal do Partido Democrático Trabalhista (PDT), que apontou diversas supostas infrações que teria sido cometidas pelo prefeito Joel Marins, que estão sendo investigadas pela Justiça. O vereador Seixas foi denunciado pelo suposto envolvimento no esquema de cobrança de vantagem indevida, a chamada "rachadinha".



Votaram pela não abertura da Comissão Processante contra Joel Marins, os vereadores Joilson Nunes (Republicanos), Luiz Gonçalves de Seixas (Republicanos), Abadia de Moura (Republicanos),, Sandra Lopes (DEM), Shiguimito Sato (DEM) e  José Vicente de Carvalho — Zé do Gezo (DEM). Já os vereadores Ilídio da Silva Neto (PSB), Diego Soares (PSDB) e Gilmar Ferreira — Diléca das Botas (PDT) votaram pela abertura da Comissão.

 

No requerimento contra Luiz Gonçalves de Seixas Filho apenas o vereador Diléca das Botas votou pela abertura da Comissão Processante.

Veja também:
Gaeco recebe denuncia de suposta "rachadinha" praticada pelo prefeito de Araputanga e secretários da gestão


O plenário da Câmara Municipal foi ocupado por servidores públicos, que acompanharam o prefeito Joel Marins. A Polícia Militar (PM) foi acionada para manter a ordem diante do grande número de pessoas que ficaram de fora do plenário e não acompanharam a Sessão Legislativa realizada de portas fechadas.


Mesmo com o arquivamento da ação política, o prefeito municipal e o vereador continuam sendo investigados no suposto esquema de “rachadinha”, licitações fraudulentas para desvio de recursos públicos, através do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP-MT), Polícia Federal (PF) e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).


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