Os administradores do Executivo estadual, Mauro Mendes e Otaviano Pivetta, receberam o caixa do Estado com uma diferença, fixada na Lei Orçamentária Anual (LOA), de R$ 1,7 bilhão, entre receitas e despesas. Este deverá ser o principal desafio deste início de gestão, na qual Mendes pretende economizar, de imediato, pelo menos R$ 700 milhões.
Como medida de contenção de gastos, o Governo já anunciou a extinção de nove secretarias e a demissão de mais de 3 mil servidores comissionados. Os cortes deverão ser iniciados e a estimativa é de que somente neste momento o Estado possa economizar cerca de R$ 200 milhões.
O democrata ainda estuda a redução no número de empresas estatais e mistas. Das atuais 20 empresas, o novo governador pode extinguir entre cinco a oito. A proposta de redução será encaminhada ainda este mês para o Legislativo.
Os órgãos que podem ser extintos são: Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat); Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás); Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer); Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI); Central de Abastecimento do Estado de Mato Grosso (Ceasa); Agência de Desenvolvimento Metropolitano da Região do Vale do Rio Cuiabá (Agem) e Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso (Desenvolve MT, antiga MT Fomento).
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