Líder da bancada mato-grossense no Congresso Nacional, deputado federal Ezequiel Fonseca (PP) passou a integar, como membro titular, a CPI da Petrobras. Ele ocupa vaga aberta pelo afastamento do deputado pepista Lázaro Botelho (TO), que é um dos parlamentares investigados na Operação Lava Jato e até ontem compunha a comissão.
Inicialmente quem foi indicado para substituí-lo foi o deputado progressista Covatti Filho (RS). Este, por sua vez, foi “impedido” de fazê-lo por ser filho do ex-deputado federal Vilson Covatti, que também está na lista de 47 réus denunciados pela Procuradoria-geral da República (PGR). Dos 47, 32 são do Partido Progressista.
Na lista, figura por exemplo o ex-deputado Pedro Henry, que na época das práticas ilícitas denunciadas era do PP, partido presidido por Fonseca em Mato Grosso. Henry já foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em outro escândalo, o do Mensalão petista, e cumpre pena de 7 anos e dois meses em regime semiaberto.
Em Mato Grosso, Henry era considerado um “cacique” da sigla e foi secretário estadual de Saúde implantando o modelo de gestão por meio das Organizações Sociais de Saúde (OSS).
Presidente do diretório estadual do PP, função que foi de Pedro Henry por um bom tempo, o deputado Ezequiel Fonseca não gosta de comentar sobre a ligação de Henry com o partido em virtude do desgaste gerado à legenda com a condenação dele, o único político de Mato Grosso condenado no esquema do mensalão. Quando é questionado, Ezequiel destaca que isso é fato superado e que o ex-correligionário está cumprindo sua pena.
Sobre a CPI, Ezequiel afirma que é preciso ter cuidado para não fazer pré-julgamentos. “Nós vamos seguir todo o regimento interno que disciplina a CPI, dar a condição da ampla defesa e, sem fazer nenhum pré-julgamento, elaborar o relatório.Não quero fazer nenhum juízo de valor ainda. Cabe à Justiça decidir sobre aqueles que estiverem realmente envolvidos”, disse o deputado.
O deputado federal Nelson Barbudo e o ex-deputado federal Neri Geller irão disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Podemos, comandado pelo deputado estadual Max Russi.
De acordo com a Anvisa, o país importou, entre novembro de 2025 e abril de 2026, mais de 100 kg de insumos farmacêuticos ativos (IFAs) para a produção de tirzepatida — volume suficiente para cerca de 20 milhões de doses de 5 mg.
Ação passará por Figueirópolis d’Oeste, Reserva do Cabaçal e Indiavaí, com consultas médicas, atendimento odontológico e orientações preventivas à população.
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