Um maqueiro de um hospital foi pego em flagrante praticando sexo com um cadáver. O homem foi pego no exato momento que mantinha relação sexual com o corpo de uma mulher.
O cadáver estava “esperando” para fazer os exames de necropsia, no Instituto Médico Legal (IML), quando o homem excedeu sua função e praticou sexo com o defunto e foi pego no ato.
Posteriormente, o servidor foi exonerado do cargo. O caso ocorreu em Manaus, Amazonas.
Os agentes tentavam reverter decisões da primeira instância que rejeitaram pedidos para realização de novas perícias e para reconhecimento de supostas irregularidades.
A vítima acordou durante o ato, percebeu a situação e imediatamente repreendeu o suspeito, expulsando-o da residência. Em seguida, acionou o marido.
Desembargador determinou que a Sejus-MT identifique policiais apontados como autores das torturas também nos presídios de Cáceres e Pontes e Lacerda.
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