Foi apresentado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, na última sexta-feira, 25 de agosto, proposta de unificação das provas para os concursos públicos voltados ao preenchimento de vagas do Governo Federal. O modelo de aplicação das provas do Concurso Nacional Unificado, é inspirado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
De acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação, a adesão ao concurso unificado, deverá ocorrer de forma voluntária pelos ministérios. O edital deverá ser publicado até dezembro deste ano e a realização de prova prevista para o dia 25 de fevereiro de 2024.
A prova será dividia em dois momentos, na mesma data: 1º - Provas objetivas com matriz comum a todos os candidatos; 2º - Provas específicas e dissertativa por blocos temáticos.
Os resultados gerais da primeira fase, deverão ser divulgados até o final de abril de 2024 e o início dos cursos de formação, entre junho e julho do ano que vem. A meta é realizar a prova em cerca de 180 cidades, simultaneamente, em todo país.
Serão preenchidas 8.000 mil vagas. As vagas foram agrupadas em blocos temáticos:
Administração e Finanças Públicas (580 vagas);
Setores Econômicos, Infraestrutura e Regulação (1.015 vagas);
Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação (1.194 vagas);
Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Agrário (1.040 vagas);
Políticas Sociais, Justiça e Saúde (1.470 vagas);
Trabalho e Previdência (940 vagas);
Dados, Tecnologia e Informação Pública (895 vagas);
Nível intermediário (692 vagas).
O certame será organizado a partir de uma Coordenação Geral composta pelo Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada (IPEA), a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) e a Advocacia Geral da União (AGU). Este arranjo prevê também a participação ativa das comissões setoriais de cada um dos órgãos envolvidos, cujos representantes formariam o Comitê Consultivo/Deliberativo.
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