Por Arthur Santos da Silva
Judiciário vai examinar ação de medida protetiva de urgência oferecida em face do juiz Claudio Deodato Rodrigues Pereira, da 2ª Vara de Pontes e Lacerda, suspeito de atirar contra o carro de um advogado, atual namorado de sua ex-mulher. Informação foi publicada no Diário de Justiça do dia nove de setembro. Processo é sigiloso.
A Corregedoria-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) abriu inquérito para investigar a conduta do juiz. Também foi instaurado procedimento administrativo para apurar desvio de conduta ao Código de Ética e Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). São dois procedimentos. Um na esfera Administrativa e outro na Criminal.
“O Poder Judiciário de Mato Grosso não compactua com comportamentos da natureza relatados pela imprensa e atuará com o devido empenho no caso, assegurando o processo legal e ouvindo os envolvidos”, disse o TJMT, por meio de nota.
O caso aconteceu no dia seis de setembro, em São José dos Quatro Marcos. A Polícia Militar foi acionada, fez o registro da ocorrência e o magistrado compareceu à base da PM, para prestar esclarecimentos sobre os fatos. As vítimas também foram ouvidas na delegacia.
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Os agentes tentavam reverter decisões da primeira instância que rejeitaram pedidos para realização de novas perícias e para reconhecimento de supostas irregularidades.
A vítima acordou durante o ato, percebeu a situação e imediatamente repreendeu o suspeito, expulsando-o da residência. Em seguida, acionou o marido.
Desembargador determinou que a Sejus-MT identifique policiais apontados como autores das torturas também nos presídios de Cáceres e Pontes e Lacerda.
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