A Justiça de Rio Branco anulou duas leis municipais aprovadas no final do mandato do ex-prefeito Luiz Carlos (in memoriam), que aumentava o subsídio (salário) de agentes políticos. A decisão foi proferida pela juíza de Direito Luciana Sittinieri Leon.
Segundo a magistrada, a norma violou o artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que proíbe a criação de despesas com pessoal nos 180 dias anteriores ao término do mandato.
As leis sancionadas em 29 de agosto de 2024, durante a gestão de Luiz Carlos, concederam reajustes salariais a secretários e demais agentes políticos. Conforme a legislação, ficaram definidos os seguintes valores de subsídios: prefeito, R$ 15.000,00; vice-prefeito, R$ 7.500,00; e secretários municipais, R$ 4.500,00. A norma também fixou os salários dos vereadores e do presidente da Câmara de Rio Branco em R$ 2.899,75 e R$ 3.640,83 por mês, respectivamente.
Com a decisão judicial, os valores recebidos indevidamente deverão ser devolvidos aos cofres públicos.
Eleições 2024
Nas eleições municipais do ano passado, o ex-prefeito Luiz Carlos tentou a reeleição pelo União Brasil, mas foi derrotado nas urnas por Pabollo Victor, do Republicanos, eleito com 2.023 votos — uma diferença de mais de 900 votos.
Pabollo assumiu o cargo de prefeito em 1º de janeiro de 2025.
Ex-governador Pedro Taques apresentou uma Ação Popular que, se acolhida pela Justiça, pode levar os envolvidos a ressarcirem os cofres públicos, incluindo Mauro Mendes.
O serviço será ofertado todas as quartas-feiras, no período vespertino, com início dos atendimentos a partir das 13h.
Polícia cumpre mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar contra os suspeitos pelo crime de extorsão.
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