O Estado de Mato Grosso está fora da ‘lista negra’, criada pela Controladoria Geral da União (CGU), e que identificou 21 estados envolvidos em irregularidades com recursos federais, destinados durante a pandemia da covid-19 no Brasil.
O documento foi encaminhado para a CPI da covid-19 montada no Senado Federal e aponta um prejuízo estimado em R$ 164 milhões. O montante teria sido levantado em 53 operações entre março de 2020 e abril de 2021.
Estão na ficha suja os seguintes estados: Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe, São Paulo e Tocantins.
Além de Mato Grosso, estão fora: Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Alagoas.
As irregularidades seriam, dentre outras coisas, dispensa irregular, acerto, acordo em licitações; sobrepreço; uso de empresas fantasmas; contratos em duplicidade, dentre outros.
Estado preencheu 97% das vagas ofertadas. Ao todo, mais de 1,8 milhão de pessoas se inscreveram no Sistema de Seleção Unificada. O bacharelado em medicina, da Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reyes Maldonado (UNEMAT), foi o curso mais concorrido
Transações somadas nessas duas datas ultrapassaram R$ 15 bilhões, com crescimento em todas as modalidades de pagamento
O Partido Novo definiu, em reunião realizada nesta quarta-feira (04), que a advogada cacerense Débora Pacheco será a representante da sigla em Cáceres nas eleições de 2026 como pré-candidata a deputada federal. A decisão redireciona o projeto inicial, que previa uma disputa por vaga na Assembleia Legislativa, e passa a concentrar esforços na busca de votos em toda a região...
O que é Urgente, não pode esperar! Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba alertas de notícias.