Defensor do presidente Jair Bolsonaro, o ex-candidato a vereador por Comodoro (distante a 644 km de Cuiabá) Alan Diego dos Santos Rodrigues, de 32 anos, é apontado pela Polícia Civil do Distrito Federal como um dos envolvidos na tentativa de atentado próximo ao Aeroporto de Brasília, na véspera de Natal (24).
A informação é do site Metrópoles.
No dia da ação, a Polícia Civil prendeu o empresário George Washington de Oliveira Sousa, 54. Ele prestou depoimento e afirmou que teve a ajuda de outros dois parceiros. Um deles seria Alan Diego, que saiu da cidade após o fato vir à tona.
O outro suspeito estaria no QG bolsonarista, montado em frente ao Exército, em Brasília, e foi citado pelo empresário, porém o nome dele ainda está mantido em sigilo para não atrapalhar as investigações.
George, que foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, contou aos policiais que esteve no acampamento bolsonarista em frente ao Exército no dia 23 e que lá deixou o artefato explosivo "já preparado" com Alan.
O suspeito afirmou à polícia que acreditava que a bomba seria colocada "tão somente" em um poste de energia para interromper o abastecimento de eletricidade em Brasília.
Alan é dono de uma empresa de transportes em Comodoro. Conforme apurado pelo MidiaNews, a empresa foi aberta em maio deste ano e teve caminhões envolvidos em atos antidemocráticos que ocorrem desde o dia 30 de outubro, que deu a vitória a Lula (PT).
Além disso, Alan já foi candidato a vereador pelo Município em 2016 pelo PSD, mas saiu derrotado.
Ele compartilha nas suas redes sociais resgistros de suas participações nas manifestações contra o resultado da eleição, em Brasília. No momento, ele está sendo procurado pela Polícia Civil do Distrito Federal.
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Ex-governador Pedro Taques apresentou uma Ação Popular que, se acolhida pela Justiça, pode levar os envolvidos a ressarcirem os cofres públicos, incluindo Mauro Mendes.
O serviço será ofertado todas as quartas-feiras, no período vespertino, com início dos atendimentos a partir das 13h.
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