Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro informou na tarde desta terça-feira (12), especialmente aos produtores de leite, que o governo decidiu tomar medidas para proteger o setor, que vinha se sentindo prejudicado desde semana passada, quando foi suspensa a taxa de antidumping para a importação de leite em pó, integral ou desnatado oriundo da União Europeia e da Nova Zelândia. Como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, vinha defendendo, haverá um aumento da alíquota do imposto de importação do produto para compensar a perda da taxa antidumping.
“Comunico aos produtores de leite que o governo, tendo à frente a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, manteve o nível de competitividade do produto com outros países. Todos ganharam, em especial os consumidores do Brasil”, escreveu o presidente no Twitter.
De acordo com o presidente da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), o governo deverá publicar, até quinta-feira, a medida que vai determinar o aumento do imposto de importação, atualmente de 28%. Segundo Moreira, o aumento vai considerar a antiga taxa antidumping, que era de 14,8% para o leite importado da União Europeia. A nova alíquota do imposto ainda não foi informada, mas a soma da antiga alíquota com a taxa antidumping dá 42,8%.
Para o Diretor Presidente da Coopnoroeste/Lacbom Mizael Barreto a decisão tomada pelo presidente Jair Bolsonaro a principio vem atender ao anseio da classe produtora de leite no Brasil. “Temos uma cooperativa com cerca de 1200 cooperados que sofre com as importações, pois o governo deixa de valorizar quem produz no Brasil para importar leite de outros países e gostaria de aproveitar esse momento para informar aos nossos cooperados que estamos acompanhando de perto essas discussões e que estamos inclusive entrando em contato com o governo do estado de Mato Grosso para que ele seguindo o exemplo do presidente Jair Bolsonaro possa trazer para debater a pauta mínima do preço do leite em nosso estado” disse Barreto.
O mesmo acredita que é somente com união e através de mobilizações populares que é possível melhorar a situação do produtor de leite no Brasil, Mato Grosso e na região.
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