O Projeto de Lei (PL) n.º 1.843/2022, no qual, o prefeito de Araputanga, Enilson de Araújo Rios (Solidariedade), pede aprovação da Câmara de Vereadores para extinção de 15 cargos previstos no quadro de pessoal da administração municipal foi retirado da pauta da Sessão Extraordinária desta quinta-feira, 15 de dezembro.
Uma vez extintos, os cargos ficarão fora de Processo Seletivo e de Concurso Público, podendo a prefeitura realizar a contratação por empresa terceirizada. Pela atual gestão, empresa terceirizada já chegou a receber mais de R$ 2.700,00 por trabalhador que ganhava apenas um salário mínimo.
“Quem pensa em terceirização, não pensa na população. Somente em benefício próprio”, disse um dos leitores do portal de notícias Popular Online ao classificar o projeto como vergonhoso.
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Os cargos que o Poder Executivo quer extinguir são: bibliotecário; auxiliar administrativo; cozinheira; técnico contábil; mecânico soldador; agente de vigilância ambiental; encanador; instrutor de informática; médico especialista II; médico especialista III; zelador; agente de limpeza pública; vigia; instrutor de atividades físicas; médico veterinário. (clique aqui e veja na íntegra)
Nesta quinta-feira (15), em uma publicação, a Prefeitura de Araputanga admitiu optar pela terceirização, ao informar que os projetos, enviados a Câmara Municipal, objetiva atualizar e organizar o lotacionograma, atendendo uma recomendação do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT).
A Extraordinária foi solicitada pelo prefeito, através do Ofício n.º 368/2022. Na Sessão os parlamentares apreciaram e votaram outros seis projetos de interesse do Executivo.
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