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Seis deputados de MT votam pelo impeachment de Dilma; dois são contra


Por GILSON NASSER -Folhamax

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Conforme era esperado, seis deputados de Mato Grosso votaram pelo impeachment da presidente Dilma Roussef (PT). Os parlamentares do Estado votaram em sequência.

Ao final da votação da bancada de Mato Grosso, a votação estava com 143 votos pelo impeachment e 38 contra o afastamento da petista.

Votaram pelo impeachment os deputados Adilton Sachetti (PSB), Carlos Bezerra (PMDB), Fábio Garcia (PSB), Nilson Leião (PSD), Victório Galli (PSD) e José Augusto Curvo “Tampinha” (PSD).

Os deputados Ságuas Moraes (PT) e Valtenir Pereira (PMDB) votaram contra o impedimento.

Primeiro a votar, Adilton Sachetti citou, entre outras coisas, o drama da esposa, Rose Sachetti, que faz tratamento contra o câncer. “Pelo Brasil, pelo nosso estado Mato Grosso, pela minha querida Rondonópolis, pela minha família, e em especial pela minha mulher que neste momento luta pela vida, é sim!”, disse o socialista.

O deputado Carlos Bezerra destacou que foi preso na ditadura militar e há 50 anos ajudou a fundar o antigo MDB, que deu nome ao PMDB. “Sou membro da direção nacional do meu partido. E o meu partido por unanimidade está apoiando o sim”.

Já Fábio Garcia lembrou das manifestações populares que pediram o impeachment da presidente da República. “Pela retomada da esperança, por um novo caminho, pelo meu Mato Grosso que tanto amo, pelos milhões do povo que foram as ruas, pelos meus mato-grossenses, eu voto sim”, assinalou.

Um dos líderes do PSDB na Câmara, o deputado Nilson Leitão citou que há um ano defende o impeachment. “O brasil chegou hoje no juízo final. De uma luta de quase um ano falando que o impeachment tinha que ocorrer. Que Deus ilumine esse país. Pela nossa pátria unida, e não um Brasil de nós e deles. Ninguém vai nos dividir”, alegou antes de anunciar voto favorável ao impeachment.

Quinto mato-grossense a votar, Victório Galli lembrou da bancada evangélica e também do combate a corrupção para defender o impeachment. Ainda alfinetou o Partido dos Trabalhadores. “Em nome do povo cristão, que enfrenta a corrupção “Já dizia Olavo Carvalho na década de 90 que o PT daria PT no Brasil: perda total”, disparou.

Em seu voto, Ságuas Moraes, assim como a bancada petista, classificou o impeachment como golpe. “Pelo Brasil e por Mato Grosso, por tudo que Lula e Dilma fizeram neste país, pela democracia e contra o golpe, meu voto é não”.

Único da bancada de Mato Grosso que participou do impeachment do ex-presidente Fernando Collor, o deputado José Augusto Curvo “Tampinha” (PSD) lembrou que votou “sim” naquela ocasião. “Pelo meu povo de Mato Grosso, pelo governador Pedro Taques, homem sério e honesto, pela família Curvo, eu voto sim, senhor presidente”.

Apesar da grande cobrança no Estado, o deputado Valtenir Pereira declarou voto contrário por conta da “ordem jurídica”. Pereira colocou os motivos apresentados na fundamentação não justificam o impeachment. “Se chegar neste plenário o processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer com o mesmo fundamento deste processo de impeachment, eu já adianto aos meus pares, meu voto é não”, ressaltou.


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