Estadual

Senado aprova redução de juros da dívida de estados e municípios


Por Jacques Gosch/RDNews

img

A redução de juros da dívida dos estados com a União avança do Congresso Nacional. O Senado aprovou, nesta semana, proposta que reduz os juros das dívidas públicas estaduais dos atuais 6% a 9% ao ano, para 4%.

  A redução foi aprovada nas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Assuntos Econômicos (CAE). De iniciativa do Executivo, o PLC 99/2013 troca o indexador dessas dívidas, o Índice Geral de Preços — Disponibilidade Interna (IGP-DI), pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

  A proposta ainda limita os encargos à taxa básica de juros (Selic). Ou seja, entre a fórmula IPCA mais 4% e a Selic, será aplicada a que for menor, para evitar que os entes federados paguem à União juros maiores que os de mercado, como acontece hoje.

  O senador Blairo Maggi (PR) comemorou o avanço ao recordar que defendeu a questão, ainda em 2003 - no cargo de governador de Mato Grosso-, quando apresentou vários requerimentos junto ao governo federal pleiteando o direito dos estados renegociarem suas dívidas públicas junto aos bancos privados. “Quando assumi o governo, em 2003, a dívida era de R$ 5 bilhões de reais, e foram pagos no decorrer da minha gestão R$ 5,4 bilhões. Porém, em dezembro de 2010, quando encerrei meu mandato, o Estado ainda devia R$ 4,99 bi, isso devido aos altos encargos. Ou seja, não poderíamos concordar com isso, que, no meu ponto de vista é uma extorsão”, lembrou.


LOUVOR E ADORAÇÃO

Festival Gospel Celebra 2026 reúne música, fé e adoração em Mirassol d’Oeste

Programação será realizada nos dias 14 e 15 de agosto, na Praça do Rotary, com shows nacionais e apresentações de artistas locais.


CRÉDITO

Novo Desenrola permite trocar dívida cara por crédito com juros de até 1,99%

Programa permite substituir dívidas por novos empréstimos com juros menores.


EDUCAÇÃO

Aluna é desligada de universidade federal após debochar de colega com deficiência em MT

Vídeo publicado nas redes sociais gerou indignação e levou a universidade a instaurar investigação interna.

Ver mais

O que é Urgente, não pode esperar! Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba alertas de notícias.