
O suicídio de uma jovem de 21 anos, ocorrido na tarde de ontem, segunda-feira (17), aponta a necessidade urgente da implantação de ações sobre a saúde mental no município de Araputanga (a 338 km de Cuiabá).
Conforme as mais recentes estimativas apresentadas pela UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), quase 16 milhões de jovens entre 10 e 19 anos têm algum transtorno mental. Isso equivale a 15% das pessoas dessa faixa etária. Estudos mostram que a depressão de adolescentes é hoje mais frequente, com maior risco de suicídio.
“Nós precisamos, de fato, trabalhar a prevenção do suicídio, que é uma política pública de muita importância”, disse a psicóloga Ronizer Cerize Limeira ao destacar a necessidade dos governantes intensificarem as ações de prevenção ao suicídio, que é uma das dez principais causas de mortes.
Ronizer observou que a maior ocorrência de suicídio tem acontecido após a pandemia do coronavírus. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que no primeiro ano da pandemia da Covid-19, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou em 25%.
“Então a gente precisa articular essas ações e trabalhar muito na prevenção”, disse a psicóloga ao enfatizar a frase: “Oh Deus, eu estou aqui”, publicada pela jovem moradora de Araputanga que cometeu suicídio.
“Mais do que nunca, a administração precisa trabalhar políticas públicas voltadas à saúde mental”, disse o vereador Ulisses Ferreira (PDT) em sessão ordinária na Câmara Municipal de Araputanga ao lamentar o ato ocorrido e solidarizar com os familiares da jovem.
A jovem, Kawana Cristina Moura, prestava serviços a Prefeitura Municipal de Araputanga, exercendo o cargo de monitora de creche.
Conforme informações, Kawana foi encontrada sem vida em sua residência, próximo ao Centro de Educação Infantil (C.E.I.) Morada dos Pequeninos, após cometer o suicídio.
Nas redes sociais internautas realizaram postagens com manifestação de carinho e apoio aos amigos e familiares de Kawana.
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