O estudante universitário Mateus Fernandes de Souza perdeu a mãe e o avô no dia do aniversário de 24 anos, em um acidente que matou 13 pessoas na BR-174, em Comodoro (667 quilômetros de Cuiabá), no último sábado (30). O avô Geraldo Aparecido Fernandes, 85 anos, e a mãe dele Elenice Fernandes de Souza,45, estavam na van que transportava pacientes, quando se chocou com uma SW4.
Matheus, que estuda agronomia na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) na capital, estava chegando em Comodoro para celebrar o aniversário, quando soube pela prima do acidente. Segundo ele, Geraldo e Elenice “serão lembrados como pessoas boas de coração enorme", disse.
“Comodoro nunca experimentou algo do tipo. Comodoro viveu essa experiência sem nunca ter experimentado esse sentimento antes, em toda sua história de 35 anos de emancipação política e administrativa. Então, como você pode imaginar, a consternação foi algo avassalador para nossa cidade e munícipes. O sentimento de consternação tomou conta da cidade. Comodoro chorou como, em referência bíblica, Raquel chorou pelos seus filhos mortos” afirmou o prefeito Rogério Vilela.
Foram 11 pessoas mortas na van, que fazia o transporte de pacientes que fariam hemodiálise no estado de Rondônia. Apenas dois passageiros sobreviveram.
Na SW4, duas pessoas morreram e uma foi socorrida em estado grave, sendo internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os ocupantes da SW4 estavam vindo de Ariquemes (RO) e tinham a cidade de Curitiba (PR) como destino.
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Os agentes tentavam reverter decisões da primeira instância que rejeitaram pedidos para realização de novas perícias e para reconhecimento de supostas irregularidades.
A vítima acordou durante o ato, percebeu a situação e imediatamente repreendeu o suspeito, expulsando-o da residência. Em seguida, acionou o marido.
Desembargador determinou que a Sejus-MT identifique policiais apontados como autores das torturas também nos presídios de Cáceres e Pontes e Lacerda.
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