A Polícia Civil de Porto Esperidião (a 326 km a oeste de Cuiabá) com apoio da Polícia Militar, deflagrou no sábado (13.02) uma operação conjunta para apurar sucessivas invasões ocorridas em uma propriedade na zona rural do município.
Durante a ação, houve resistência por parte dos invasores, que resistiram à entrada dos policiais no local, bem como tentaram encurralar fechando as vias de acesso. Cinco pessoas foram conduzidas para esclarecimento.
De acordo com o delegado, Edison Pick, a fazenda apresenta histórico de confrontos e mortes na propriedade em razão de disputas de terras e ao chegarem ao local, os policiais verificaram que a porteira principal estava trancada com corrente e cadeado.

No interior da fazenda, o primeiro suspeito foi avistado em um barraco improvisado. Em outro ponto foram encontrados outros quatro suspeitos, e durante as buscas foram localizados o cadeado e as correntes usadas anteriormente para trancar a porteira.
Diante dos fatos, os envolvidos foram conduzidos até a Delegacia de Polícia de Porto Esperidião, onde foram interrogados e responderão em inquérito policial instaurado para apurar os crimes de invasão de domicílio e dano.
Participaram do trabalho operacional os policiais civis de Porto Esperidião e os militares do 17º Batalhão da Polícia Militar.
Os agentes tentavam reverter decisões da primeira instância que rejeitaram pedidos para realização de novas perícias e para reconhecimento de supostas irregularidades.
A vítima acordou durante o ato, percebeu a situação e imediatamente repreendeu o suspeito, expulsando-o da residência. Em seguida, acionou o marido.
Desembargador determinou que a Sejus-MT identifique policiais apontados como autores das torturas também nos presídios de Cáceres e Pontes e Lacerda.
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