O ministro da Economia, Paulo Guedes, fez duras críticas nesta terça-feira (27) ao sistema público de saúde e afirmou que a rede privada é a solução para o atendimento à população.
As críticas ocorreram durante reunião do Conselho de Saúde Suplementar. Guedes participou do evento e não sabia que ele estava sendo transmitido ao vivo nas redes sociais do Ministério da Saúde.
"Nós vamos ter que fazer na saúde igual se fez no auxílio emergencial. Pobre tá doente? Dá um voucher para ele. Quer ir no [Hospital Albert] Einstein? Vai no Einstein. Quer ir no SUS, pode usar seu voucher onde quiser. Não tem gestão na saúde pública". Segundo o ministro, na rede pública o paciente "fica oito dias na cama esperando e vai se formando um fila no corredor", enquanto a rede privada dá soluções rápidas. "Setor público não vai conseguir acompanhar a questão da saúde. Setor privado é a solução", afirmou.
O ministro afirmou que o setor privado se apresenta como solução em diferentes segmentos pelo mundo e citou a questão das vacinas. Nesse ponto, Guedes afirmou que os chineses "inventaram" o novo coronavírus, mas não têm a melhor vacina.
"Até os foguetes da Nasa já são privados. Estado quebrou, não consegue mandar todo ano um homem para lua. Estados Unidos têm indústria forte. Chinês inventou o vírus e a vacina dele é pior que a americana. Toma aqui a Pfizer", disse.
As críticas ocorreram apesar de o ministro ter sido imunizado com a Coronavac, que é fabricada pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.
Participaram da reunião os ministros Marcelo Queiroga, da Saúde, e Luiz Eduardo Ramos, da Casa Civil. Guedes afirmou durante o encontro que suas falas não poderiam ser divulgadas. Após perceber que o evento tinha transmissão ao vivo pelas redes sociais, o ministro da Economia falou que não era possível generalizar e que havia muita coisa boa no setor público.
O deputado federal Nelson Barbudo e o ex-deputado federal Neri Geller irão disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Podemos, comandado pelo deputado estadual Max Russi.
De acordo com a Anvisa, o país importou, entre novembro de 2025 e abril de 2026, mais de 100 kg de insumos farmacêuticos ativos (IFAs) para a produção de tirzepatida — volume suficiente para cerca de 20 milhões de doses de 5 mg.
Ação passará por Figueirópolis d’Oeste, Reserva do Cabaçal e Indiavaí, com consultas médicas, atendimento odontológico e orientações preventivas à população.
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