logo

COBRANÇA

Produtor pede ao laticínio Vale do Guaporé de Comodoro pagamento de leite que está atrasado


Por Jornal Oeste

Jornal Oeste

A empresa de laticínio Vale do Guaporé, localizada no município de Comodoro (a 640 km de Cuiabá),  está provocando prejuízo financeiro a produtores de leite que comercializam sua produção de leite com a empresa.


Recentemente a mesma assinou um termo de acordo e entregou um de seus caminhões para garantir o pagamento em atraso à 29 produtores de leite de Jauru (a 405 km de Cuiabá).


E nesta semana o produtor Altair Furtado do município de Vale do São Domingos utilizou de redes sociais para pedir que os administradores do laticínio pudessem fazer o pagamento do seu leite que está atrasado. “Tem uns três meses que eles fizeram uma reunião falando pra gente que iria pagar o melhor preço e agora estão fazendo essa sacanagem comigo” desabafou o produtor.


Atair também pediu o apoio da APLO – Associação de Produtores de Leite para ajudar ele a receber o seu pagamento “Lembro que esse pessoal da associação trouxeram o povo desse laticínio de Comodoro para reunir com a gente, então eles podiam agora ajudar a gente a receber nosso dinheiro” disse.


A reportagem entrou em contato com a empresa por ligação telefônica, porém não fomos atendidos.

Entre no grupo do Popular Online no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI)


TURISMO

Reserva do Cabaçal leva potencial turístico ao FIT Pantanal 2026 e reforça valorização das riquezas locais

Município destaca belezas naturais, cultura e turismo sustentável como ferramentas de desenvolvimento e geração de oportunidades.


EDUCAÇÃO PÚBLICA

Indiavaí é destaque regional e recebe homenagens por avanços na alfabetização

Município foi reconhecido durante seminário regional pelos resultados no IDEMT-ALFA 2025 e fortalecimento da educação pública


SISTEMA CARCERÁRIO

Presos que trabalham em cadeias de MT devem receber R$ 1,2 mil de remuneração, decide TJ

A decisão foi baseada em uma inspeção na Cadeia Pública Feminina de Cáceres, onde foi constatado que as detentas trabalhavam em uma oficina de costura sem receber remuneração.

Ver mais

O que é Urgente, não pode esperar! Entre em nosso grupo do WhatsApp e receba alertas de notícias.