A área da saúde pública em Araputanga (a 345 km de Cuiabá) tem sido alvo de críticas e questionamentos por parte da população e, principalmente, por usuários do setor que reclamam da falta de profissionais para o atendimento. Nos últimos meses, episódios de escândalos têm gerado repercussão negativa à gestão, incluindo denúncia no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) sobre supostas irregularidades em um contrato superior a R$ 15 milhões.
Nesta quinta-feira (02), após a circulação, nas redes sociais, de um vídeo gravado pela ex-vereadora Sandra das Botas, denunciando que há mais de seis meses o Posto de Saúde das Botas está fechado, sem profissionais para atendimento diário à comunidade, moradores se manifestaram sobre a situação.
“Não tem ninguém para atender, não tem ninguém no local. A ambulância está lá dentro, trancada”, afirmou Sandra das Botas. A ex-vereadora recebeu respaldo de diversos cidadãos. “Teve um rapaz de uma fazenda que passou mal, chegou ao posto de saúde, estava fechado, só tinha o rapaz da ambulância lá”, contou um dos moradores.
Representante da comunidade, o vereador Ronaldo das Botas (Republicanos) informou que, desde setembro do ano passado, vem cobrando, por meio da Indicação n.º 196/2025, uma técnica de enfermagem para atendimento diário no Posto de Saúde.
Denúncia no TCE-MT
Em nota institucional, divulgada pela Prefeitura de Araputanga, o prefeito Enilson Rios (União Brasil) confirmou a denúncia no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso das supostas irregularidades no contrato superior a R$ 15 milhões para gestão do Hospital Municipal.
Apesar de afirmar que a gestão atua com responsabilidade e transparência, estando aberta à fiscalização dos órgãos de controle e da sociedade, circulam nas redes sociais áudios sobre a exoneração de um funcionário do setor, por não aceitar exigência de assinatura de documentação.
Além do TCE-MT, uma Comissão Permanente de Acompanhamento e Avaliação (CPAA) irá fiscalizar o contrato entre a prefeitura e o Instituto São Miguel Arcanjo de Gestão em Saúde (ISMAS), firmado em apenas cinco dias após a prefeitura assumir a unidade hospitalar, com justificativa de situação emergencial, conforme o Decreto nº 148/2025, pelo valor estimado de R$ 15.326.000,00 (quinze milhões, trezentos e vinte e seis mil reais).
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