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RESSOCIALIZAÇÃO

Horta hidropônica de Cadeia Pública é reativada com assistência técnica da Empaer em Mirassol d´Oeste


Por ​Maricelle Lima Vieira | Empaer/MT

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Empaer/MT

A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) está realizando assistência técnica na Cadeia Pública de Mirassol D´Oeste, no funcionamento de uma horta hidropônica. A iniciativa conta com apoio do Conselho da Comunidade de Execução Penal do município e já foi desenvolvida em anos anteriores e retomada pela atual direção.


Localizada no pátio da área externa da unidade prisional, a horta conta com cinco bancadas de produção de onde serão executados os trabalhos de produção das hortaliças e irá contribuir com a ressocialização dos recuperandos da unidade.


Diretor da Cadeia, Fabio Araújo Porangaba, explica que o principal objetivo é a reinserção social dos reeducandos ou pessoas privadas de liberdade (PPL). “A parceria com a Empaer é de suma importância e fomenta as técnicas, conceitos e inovações na produção de alimentos via hidroponia. É uma ótima oportunidade para se capacitar e qualificar-se”.


Ele destaca que a produção será doada para entidades sem fins lucrativos como o Lar dos Idosos, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), entre outros.  “Em liberdade, essas pessoas terão a oportunidade de produzir ou mesmo comercializar seus produtos com base nas orientações e técnicas aprendidas durante o período que esteve na unidade”.
 

A horta hidropônica é uma técnica de plantio que não utiliza terra e sim a água com nutrientes essenciais para o cultivo das plantas.


A técnica da Empaer Marribe Siria Cardena frisa que, para essa retomada, a alface será a hortaliça a ser produzida. “As sementes serão doadas pelo Conselho da Comunidade e as mudas produzidas por um produtor da cidade de Quatro Marcos assistido pela Empaer. Os trabalhos iniciam na segunda quinzena deste mês e, em 30 dias, serão transportadas para a horta e cuidada pelos reeducandos. A produção total será de 800 pés, sendo 400 deles colhidos a cada 15 dias”.


Marribe ressalta a possibilidade em, depois de iniciar a produção de alface, serem inseridos a rúcula, almeirão, agrião, cebolinha, salsa e coentro. “Estamos animados em poder auxiliar com orientações técnicas e, de alguma forma, contribuir com uma nova perspectiva de vida para essas pessoas”.

 

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